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  1. #61
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    Ignorancia sobre a radiação, devia ser usada em muito maior escala? Gostas de andar a brincar com brinquedos perigosos? Já basta ter-mos uma bomba relógio aqui ao pé em Espanha que nos contaminará a todos assim que rebentar, aliás já passou a validade e Espanha nega-se a fechar aquilo, estão mesmo a pedi-las mas quem se vai lixar mais somos nós, que está mesmo ao pé da nossa fronteira.

    Olha pergunta aos japoneses se devia ser muito mais utilizada a energia nuclear, que eles dizem-te.

    E sim, já viste o que é utilizares largas porções de terreno no alentejo que podiam ser para agricultura, a serem utilizados para energia solar? Pois, é que as pessoas comem da agricultura e Portugal particularmente, já depende que chegue do estrangeiro nisso.
    Brinquedos perigosos?

    Tens que te educar.

    Sabes quantas pessoas morreram em Chernobyl como resultado directo e indirecto do maior desastre de sempre relacionado com energia nuclear?

    50...

    Japão...0.

    O pânico do desconhecido é muito fácil de alastrar.

    Recomendo a leitura:

    http://www.filemail.com/d/vblicshzoyemfiv

    Está em Inglês e tem 230 páginas.
    AMD SAPPHIRE ASROCK POWER EVERYWHERE. DEATH TO INTEL.

  2. #62
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    Eu já não estava a falar da quantidade de energia perdida na atmosfera e espaço, apenas da energia transformada em eléctrica.
    Dependendo do tipo de painel a eficiência varia entre 10 a 20%.

    Nós já conseguimos recriar o processo de fusão cá na terra. O problema é que para iniciar e manter o processo ainda é preciso mais energia do que aquela que depois é produzida.
    Mas temos feito grandes avanços em termos de produção de energia por fusão a frio, especialmente na Europa. Pode ser que daqui a umas décadas tenhamos tal tecnologia funcional.

    Citação Post Original de Mbmrtns Ver Post
    O pânico do desconhecido é muito fácil de alastrar.


    Acredita que ainda há muita gente que julga que uma central nuclear pode rebentar como uma bomba atómica.
    Estamos a falar de gente que não sabe a diferença entre U235 e U238.

  3. #63
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    O que? Quantas pessoas morreram? E quantas nasceram deficientes? Sabes os efeitos que a radiação tem em tudo o que é ser vivo? Estás bem Martins?

    Queres ter filhos, netos, bisnetos, etc a nascerem deficientes por causa de uma brincadeira cara? Eu não! Terrenos contaminados por radiação ficam completamente inutilizáveis, nem para viver nem para plantar o que for.

    A melhor energia de todas parece-me ser a das ondas e a do vento. Seguidas da solar. Depois vem o carvão, etc.
    Última edição de Turtolius : 29-11-14 às 00:07

  4. #64
    Tech Veterano Avatar de MTPS
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    Citação Post Original de Turtolius Ver Post
    O que? Quantas pessoas morreram? E quantas nasceram deficientes? Sabes os efeitos que a radiação tem em tudo o que é ser vivo? Estás bem Martins?

    Queres ter filhos, netos, bisnetos, etc a nascerem deficientes por causa de uma brincadeira cara? Eu não! Terrenos contaminados por radiação ficam completamente inutilizáveis, nem para viver nem para plantar o que for.

    A melhor energia de todas parece-me ser a das ondas e a do vento. Seguidas da solar. Depois vem o carvão, etc.
    Que lavagem cerebral...

    Perde umas horas da tua vida e lê o livro que postei, pode ser que aprendas alguma coisa com um dos maiores especialistas sobre radiação que alguma vez pisou a terra.
    Última edição de MTPS : 29-11-14 às 00:13
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  5. #65
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    Citação Post Original de Horus-Anhur Ver Post
    Eu já não estava a falar da quantidade de energia perdida na atmosfera e espaço, apenas da energia transformada em eléctrica.
    Dependendo do tipo de painel a eficiência varia entre 10 a 20%.

    Nós já conseguimos recriar o processo de fusão cá na terra. O problema é que para iniciar e manter o processo ainda é preciso mais energia do que aquela que depois é produzida.
    Mas temos feito grandes avanços em termos de produção de energia por fusão a frio, especialmente na Europa. Pode ser que daqui a umas décadas tenhamos tal tecnologia funcional.



    Acredita que ainda há muita gente que julga que uma central nuclear pode rebentar como uma bomba atómica.
    Estamos a falar de gente que não sabe a diferença entre U235 e U238.
    Sim, é verdade.
    Ainda há pouco tempo deu no Discovery Channel um documentario sobre o Sol e falou nesse processo de recriar a fusão nuclear aqui na Terra e as quantidades de energia eram astronomicas para conseguir manter face à produção.
    http://www.portugal-tech.pt/image.php?type=sigpic&userid=566&dateline=1384876765

  6. #66
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    Citação Post Original de Mbmrtns Ver Post
    Que lavagem cerebral...

    Perde umas horas da tua vida e lê o livro que postei, pode ser que aprendas alguma coisa com um dos maiores especialistas sobre radiação que alguma vez pisou a terra.
    Ainda perdes o teu tempo...
    http://www.portugal-tech.pt/image.php?type=sigpic&userid=566&dateline=1384876765

  7. #67
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    O LHC ainda não conseguiu arranjar respostas relativas à produção de energia?
    _______________

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  8. #68
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    Já se chegou a falar em anti materia, mas isso também ainda é um pouco de ficção e é necessario quantidades astronomicas de energia para produzir antimateria, existindo tambem o inconveniente de nao ser uma particula estavel e se tocar em materia a mesma desaparece.
    A quantidade de energia que a anti materia produz é ainda maior que a da fissão nuclear.
    http://www.portugal-tech.pt/image.php?type=sigpic&userid=566&dateline=1384876765

  9. #69
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    O LHC vai muito mais longe do que produção de energia. É sobre encontrar novas partículas sub atómicas, que até recentemente eram apenas hipóteses.
    É sobre encontrar o que causa a massa e a energia da matéria.
    Os dados que vêm do LHC ainda vão demorar a ser processados em conhecimento. Depois ainda vão ser muitos anos até termos uma aplicação prática para eles.

    Mas a nação, ou grupo de nações que hoje tem um avanço sobre esta ciência serão as nações que daqui a um século vão dominar em termos tecnológicos e como tal, militares, económicos, etc.

  10. #70
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    Uma dessas particulas que é procurada é a a particulabde Deus ou bosão de Higgs, a particula que eles dizem ser a originaria do Universo.
    http://www.portugal-tech.pt/image.php?type=sigpic&userid=566&dateline=1384876765

  11. #71
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    Segundo a Lockheed Martin o seu gerador dynomak fusion está quase pronto para produzir energia de forma rentável.

    The new dynomak fusion reactor design could make fusion power cheaper than coal

    Fusion is back in the news, and not just because Lockheed is claiming to have solved the world’s every problem with magical million-dollar truck-sized generators. Historically, fusion research was all about possible strategies and mechanisms that might one day allow for controlled fusion; today, researchers are now at the point that they know specifically which breakthroughs must occur to make the technology viable — and, as always occurs in such situations these days, the upgrades have been coming in quickly. Several large, well-funded teams are competing to be the first to generate one net joule of energy from fusion, but an academic team from the University of Washington may be doing that work that ends up winning. They’ve dreamed up a new fusion power design called a Dynomak, and it could make fusion power stations cost competitive with coal.What does “cost competitive” mean? Well, relative to prior fusion projections, a Dynomak facility could be built for about a tenth the cost of competing fusion reactor designs and produce up to five times as much power. This lets it catch up to the price-per-watt of coal, though only at the gigawatt scale; a 1GW Dynomak reactor might cost $2.7 billion, to a modern average of $2.8 billion for comparable coal plants. It’s all theoretical of course — this team has presented a major improvement to reactor design, but it will be up to larger, better funded research teams to actually make use of it. What’s the big innovation, then?
    The team’s test rig, called HIT-SI3, has only three “helicity injectors.” The final version, HIT-SIX should have, uh, six. Click to zoom in.

    There are two (major) schools in fusion tech right now: magnetic and laser confinement. In both cases you have to shrink down a sample of your fusion fuel — usually a mix of hydrogen and helium — so it get super-pressurized and thus super-heated, beginning the fusion process, and in both cases we need incredibly fine control of our inward pressing force. Whether it’s a complex magnetic field or the combined force of trillions of watts of laser light, getting strong-enough and fine-enough control of confinement is undoubtedly the biggest hurdle facing consumer fusion tech. The University of Washington’s work could make that process far more economical. By wading into the mathematics of magnetic confinement, they may have negated the need for magnets altogether.
    Read: 500MW from half a gram of hydrogen: The hunt for fusion power heats up
    Here’s a basic cross-section of a spheromak rector. Note: still very complex.

    Probably the most widely publicized design for a magnetic fusion generator is based on a tokamak, a huge, donut-shaped magnet. The precisely shaped magnetic field it creates has been proven to be capable of containing a fusion reaction (just not while using less energy than the fusion itself creates). The costs are also prohibitive, as with the test model for ITER’s 30,000 pound super-conducting Slinky which recently arrived. Just as we’re finding with MRI machines, super-cooled magnets are a limiting factor for fusion power, and so we then developed another design called a spheromak — a magnetic fusion machine that creates its confining field by running current directly into the sphere of plasma at the power station’s heart.
    This is obviously a huge improvement to the tokamak, but as you might imagine, just pumping electricity into a sample undergoing fusion isn’t very precise. Spheromak designs had the theoretical advantage in cost and efficiency, but struggled to show that they could actually work. Then, two years ago, this University of Washington team published an idea called imposed dynamo current drive (hence “Dynomak”), a proposed model for predicting the magnetic field based on the injection of outside magnetic fields. This was hailed at the time as having huge implications for fusion power, and now we’re seeing some hard numbers to that effect. [Research paper: doi:10.1016/j.fusengdes.2014.03.072]
    Here’s the tokamak at the JET fusion lab in the UK – a smaller version of the tokamak that will eventually be installed at ITER

    Essentially, the Dynomak is a precisely controlled spheromak reactor that uses imposed dynamo current drive to control the magnetic field it creates. This means we might be able to keep heated hydrogen isotopes in one spot without having to leverage several national economies to do it, or further deplete helium reserves and kill the birthdays of tomorrow.
    That’s great, but this team’s test rig is only about 10% as big as it ought to be and uses only three of the final six “helicity injectors” that make the Dynomak possible. Until a full-scale test run is conducted, this will be just another fusion fairytale. Still, given the incredible cost benefits we’d enjoy if it is correct, this seems like an idea very worth exploring.

  12. #72
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    Ainda devem faltar uns bons anos até ver isso a funcionar em pleno, mas à partida garante energia mais barata e mais rentavel de produzir.
    http://www.portugal-tech.pt/image.php?type=sigpic&userid=566&dateline=1384876765

  13. #73
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    E ainda melhor, que não enche a atmosfera de CO2 e outros químicos que prejudicam o ambiente e a saúde humana.
    E depois não temos os problemas de segurança da extracção de petróleo e carvão, nem os seus problemas ambientais.

  14. #74
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    Não sou crente no embuste do CO2/aquecimento global, tem muita "agenda" por trás.

    Aliás, é mais enfatizado pela media global do que pela maioria dos verdadeiros cientistas (aqueles que não dependem do financiamento dos seus projectos sobre a nomenclatura "global warming"), onde a opinião é consensual...não existe aquecimento global provocado pela acção humana, somos "peaners" comparados com os eventos cósmicos como a variação de intensidade do...sol.

    Culpar o Co2 pelo mal causado ao planeta é a mesma coisa que culpar a vida por existir.

    Contudo, não fosse o capitalismo matar projectos à nascença já podíamos estar noutro nível de aproveitamento de energias não fósseis.
    AMD SAPPHIRE ASROCK POWER EVERYWHERE. DEATH TO INTEL.

  15. #75
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    Acho que andas a confundir as coisas. A maior parte da comunidade cientifica concorda com a teoria do aquecimento global, sendo o CO2 um dos gazes que está a provocar o efeito de estufa.
    Apenas os estudos patrocinados pelas grandes petrolíferas é que mostram o contrário.

 

 
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