Registar
Página 2 de 4 PrimeiroPrimeiro 1234 ÚltimoÚltimo
Resultados 16 a 30 de 54
  1. #16
    Tech Ubër-Dominus Avatar de jotinha17
    Registo
    Mar 2013
    Posts
    12,505
    Avaliação
    18 (95%)
    Não poderia estar mais de acordo, alias eu vejo esse "filme" de dentro, pois maior parte da minha familia reage da mesma forma...
    Fractal Define Mini | i5 3570k@4.5GHz & Noctua NH-D15S | Asrock Z77 Pro4-M | Gigabyte GeForce GTX 1060 G1 6GB | Kingston HyperX Fury 16GB 1866 | 3TB + Samsung 850 250GB | SuperFlower Leadex 750W GOLD | Creative Sound Blaster Z

  2. #17
    Tech Mestre Avatar de Winjer
    Registo
    Feb 2013
    Local
    Santo Tirso
    Posts
    8,605
    Avaliação
    3 (100%)
    A hipocrisia da televisão


    Frequentemente vemos a televisão a criticar abertamente os videojogos pela sua violência, sexo e drogas, afirmando que estes são imorais e anti-sociais.
    O primeiro ponto a referir sobre esta afirmação é que generaliza todos os jogos dentro de uma categoria, a dos jogos para adultos. Apesar de existirem muitos jogos de sucesso, que não têm violência, drogas ou sexo, frequentemente vemos esta generalização a ser usada como forma de atacar toda a industria e os jogadores. Como será óbvio isto é um erro de raciocino lógico, pois afirma a parte como sendo o todo, atribuindo características a um conjunto, que não possui essas mesmas características. Por outro lado, o grupo de jogos que tem essas características são feitos por adultos, para adultos e são classificados e marcados para adultos. Temas como a violência, sexo e drogas são em si temas adultos e que encontramos na realidade com certa frequência, por isso fingir que não existem, seja na música, nos filmes ou nos videojogos é negar a realidade, sendo assim um acto de negação do real e abstracção do individuo no universo que o rodeia.
    Este é o ponto mais criticado pela televisão em relação aos videojogos, sendo feita uma caracterização destes como simuladores de morte, como instigadores de violência e criadores de psicopatas. O motivo, pelo qual é feita esta ligação é simples, alguns assassinos também jogavam videojogos. No entanto, este argumento começa logo com 2 problemas de simples análise empírica. O primeiro é que a maioria dos criminosos violentos e assassinos não jogam videojogos. Apesar de isto não ilibar imediatamente os videojogos da suposição de que estes criam criminosos, mostra que existem outros factores mais determinantes na criação de mentes criminosas. O segundo ponto é mais directo e a sua constatação é simples de realizar e de enorme magnitude empírica. Existem dezenas de milhões de jogadores de videojogos, violentos e não violentos, pessoas de todas as classes sociais, ambos os sexos, de todas as raças e religiões, tanto estudantes como trabalhadores com responsabilidades sociais, profissionais e económicas, com famílias e amigos. Destes milhões de pessoas, a grande maioria são pessoas responsáveis, civilizadas, que contribuem para a sociedade de forma positiva e que nunca cometeram um crime. No entanto, apenas porque uma pessoa que joga videojogos, comete um crime, temos logo a televisão a afirmar que todos os jogadores são criminosos, ou pelo menos criminosos em potencia. Mais uma vez é feita uma generalização do particular para o todo, atribuindo um crime a todo um conjunto de pessoas que escolhem todos os dias serem boas pessoas. Talvez seja difícil de perceber para certas pessoas, mas o crime de um individuo não é o crime de um grupo de pessoas que partilham uma semelhança, especialmente quando essa semelhança é tão efémera como um passatempo.
    Ainda recentemente vimos a TVI numa entrevista a afirmar que Anders Behring Breivik teria feito o atentado na Noruega porque jogava videojogos, colocando de parte que ele é um fundamentalista cristão, de extrema direita, que cometeu um ataque num evento politico de esquerda. Ou seja, ignora os motivos reais e demasiado óbvios para a execução do atentado, apenas para tentar denegrir os videojogos.
    O ponto da hipocrisia da televisão chega quando verificamos o tipo de coisas que passam nos mesmos telejornais que criticam abertamente os videojogos e os jogadores.
    Nos videojogos a violência é falsa e frequentemente estilizada, para se enquadrar dentro do jogo e do seu universo. Não é raro encontrarmos casos onde a violência é usada como forma de reforçar um ponto de argumentação narrativa. Um bom exemplo disto é a violência gráfica de um jogo como Spec Ops The Line, onde esta é mostrada ao jogador para o fazer sentir desconfortável, aumentando o poder narrativo e o impacto emocional. Seja no cinema ou em pintura, este tipo de imagens são usadas para transmitir uma mensagem poderosa. Imaginem lá que a primeira guerra mundial criou uma onde artística à volta disto, a violência da guerra, com descrições gráficas de violência, mutilações, sangue e sofrimento. No entanto, não o fez como apologia à guerra, mas sim como forma de denunciar os horrores da guerra.
    Por outro lado, na televisão, nos telejornais, a violência apresentada é real, o sofrimento é de pessoas verdadeiras, o sangue é de seres humanos e tudo isto é vendido a toda a hora, aos espectadores.
    Sejam as pessoas a caírem do World Trade Center, os corpos mutilados das vitimas dos atentados de Madrid, o sangue das espectadores da maratona de Boston, os cadáveres dos trabalhadores da fabrica do Bangladesh, os corpos em convulsão por causa do gás sarine na Síria e muitos mais casos destes, são exibidos pelas televisões. E não interessa a hora, pois as televisões não se coíbem de mostrar estas imagens de violência real em horários em que crianças possam estar a ver. Mesmo o aviso que é costumário fazer, precede estas imagens apenas por alguns segundos, frequentemente não dando tempo aos pais ou professores de mudarem o canal e esqueçam isto se estiverem num restaurante, pois nesse caso ninguém está a verificar e controlar o que vai passar no televisor.
    Talvez mais preocupante é a atenção dada à violência em detrimento de outros elementos mais importantes da noticia. Não é raro vermos estas imagens a serem mostradas, com reforço de zooms, círculos e setas vermelhas e câmara lenta, para apanhar e demonstrar melhor a violência aos espectadores, sendo repetidas ad nauseum, até à insensibilidade do espectador ou talvez até à satisfação sadistica do jornalista ou editor.
    Uma situação curiosa é o foco jornalístico sobre a violência tal, que frequentemente significa que o resto da noticia nem sequer é tratada, ou se o é, será feito de forma superficial.
    Neste 2 momento temos 2 casos que são paradigmáticos desta situação, demonstrativa da incompetência latente dos jornalistas da televisão. Um deles é o caso da revolução social no Brasil, sendo este um momento importante na história deste país, comparável ao Maio de 68 na Europa, onde milhões de pessoas exigem mais do seu governo e dos seus políticos. Milhões de pessoas vão para as ruas, exigindo de forma pacifica mudanças politicas e sociais profundas, no entanto, a maior parte da atenção das televisões é dada a um grupo de uma centena de arruaceiro que lutam, pilham e destroem. Enquanto milhões de pessoas estão a fazer história, a mudar um país, as televisões viram as câmaras focam-se na violência de uma centena. As pessoas que supostamente deviam informar, ignoram quase completamente, a história que está a ser feita debaixo dos seus narizes.
    Outro caso é o da revolução do Egipto, uma revolução extremamente complexa com vários grupos em conflito, por motivos dispares e com algumas mudanças de posição que deviam ser contadas e explicadas cuidadosamente. No entanto, as televisões limitam-se a mostrar a violência e enunciar o nome de quem a cometeu e quem a recebeu. Caso o espectador queira saber as motivações de cada grupo e como se relaciona com os restantes, este precisa de ir a outro lado, como à Internet, para procurar e encontrar essa informação explicada de forma factual. Mais uma vez, a história está a ser feita, enquanto que as televisões se limitam a contar cadáveres e filmar poças de sangue e membros mutilados.
    No entanto as televisões não se limitam a glorificar o sangue e sofrimento de pessoas, mas também tornam os criminosos em estrelas televisivas, sendo-lhes dado muito mais tempo de antena do que ás suas vitimas. Claro que as televisões não colocam criminosos como heróis, pois não são assim tão perniciosas, mas dão-lhes os 15 minutos de fama e muito mais. As suas vidas, as suas caras, os seus ideias, os seus motivos são mostrados e discutidos pelas televisões e assim colocados num pedestal para todos apreciarem, enquanto que as vitimas servem apenas para poderem mostrar a quota parte de sangue e cadáveres. Frequentemente ninguém sabe o nome das vitimas destes criminosos, nem as suas caras, mas toda a gente sabe os nomes de vários criminosos e as suas caras, pois são estes que merecem a atenção das televisões.
    Um criminoso como o James Eagan Holmes, ao cometer o atendado no cinema em Aurora,Colorado, pretendia tornar-se numa estrela equiparado ao Joquer e foi exactamente isso que as televisões lhe deram. O Anders Behring Breivik, queria atenção para os seus ideais fundamentalistas cristãos de extrema direita e foi exactamente isso que as televisões lhe deram, pelo menos até às autoridades terem decidido não o fazer. A escolha da imagem que inicia este artigo não é aleatória, pois mostra a cara de satisfação deste psicopata por receber toda a atenção das televisões. O próximo psicopata que decidir cometer uma atrocidade para se tornar famoso, sabe que tem nas televisões mundiais um forte aliado capaz de satisfazer o seu desejo de fama.
    Como podem as televisões apontar o dedo a uma forma de entretenimento, como os videojogos, ou ao cinema, por estes terem violência, quando estas baseiam o seu negocio na venda de sangue e sofrimento de pessoas reais? Como podem as televisões afirmarem que os videojogos fazem a apologia à violência, quando estas criam estrelas mundiais com criminosos?

    A resposta já muitas pessoas sabem, as televisões não informam, vendem e acreditam fortemente que um dos seus melhores produtos para vender é violência real, com sofrimento e com consequências.

  3. #18
    Tech Membro Avatar de Filipe
    Registo
    Jun 2014
    Local
    127.0.0.1
    Posts
    655
    Avaliação
    0
    List of Public DNS Servers! - Internet Censurada? Tenta alterar o DNS.
    aqui como testares o teu DNS!


  4. #19
    Tech Membro Avatar de Sardo
    Registo
    Oct 2013
    Local
    Aveiro
    Posts
    1,274
    Avaliação
    1 (100%)
    x2

  5. #20
    Tech Mestre Avatar de Winjer
    Registo
    Feb 2013
    Local
    Santo Tirso
    Posts
    8,605
    Avaliação
    3 (100%)

  6. #21
    Tech Mestre Avatar de Winjer
    Registo
    Feb 2013
    Local
    Santo Tirso
    Posts
    8,605
    Avaliação
    3 (100%)

  7. #22
    Tech Novato Avatar de AgentSuave
    Registo
    Feb 2016
    Local
    Planet Earth
    Posts
    118
    Avaliação
    0
    Não indo na desculpa que os jogos fazem as pessoas violentas (não mais do que os filmes fazem pelo menos), aliás em alguns casos até servem é de escape.
    Mas nos EUA existe uma certa violência verbal e bullying de jogadores contra mulheres jogadoras. O que eu acho de uma estupidez, de uma 'nerdice', e de uma misoginia atroz.
    Basta que uma mulher especialmente se for conhecida diga algo que não gosta num jogo, ou o que deveria ser diferente, para receber até ameaças de morte de certa gente. Estes devem ser daqueles tão, mas tão nerds e geeks (no mau sentido) que nunca viram uma mulher antes. Se calhar nunca dormiram com nenhuma antes, daí este ódio despropositado.

    Eu até acho que uma mulher que goste de videojogos interessante (desde que seja algo mais complexo que candycrush). Se for melhor que eu em certos jogos, por ex FPS, até acho sexy
    Última edição de AgentSuave : 19-02-16 às 04:04

  8. #23
    Tech Ubër-Dominus Avatar de jotinha17
    Registo
    Mar 2013
    Posts
    12,505
    Avaliação
    18 (95%)
    De facto este é o tipo de conversa que tem muito pano para mangas, o sexo feminino ser visto como gamer para muita alma ainda é dificil de aceitar, entao se for superior ao homem ainda mais dificil o é.

    Também partilho da mesma opiniao que tu, ver uma mulher que gosta e tem interesse por jogos é logo um ponto positivo.

    Enviado do meu NOS Roya através de Tapatalk
    Fractal Define Mini | i5 3570k@4.5GHz & Noctua NH-D15S | Asrock Z77 Pro4-M | Gigabyte GeForce GTX 1060 G1 6GB | Kingston HyperX Fury 16GB 1866 | 3TB + Samsung 850 250GB | SuperFlower Leadex 750W GOLD | Creative Sound Blaster Z

  9. #24
    Tech Novato Avatar de AgentSuave
    Registo
    Feb 2016
    Local
    Planet Earth
    Posts
    118
    Avaliação
    0
    Idem quando também lutam melhor que um homem e conseguem deitá-lo ao chão na boa, por ex em artes marciais. Mas desde que não sejam demasiado musculadas ou masculinas, senão aí já perde parte da piada

  10. #25
    GIF Master Avatar de tiran
    Registo
    Apr 2013
    Local
    Moscovo
    Posts
    4,882
    Avaliação
    16 (100%)
    Eu sinceramente acho que este festival das feminazis em relação aos vídeo jogos não passa disso mesmo... Festival...


    Agora os movimentos dos SJWs e PC estão na moda...
    GOD OF AWESOME SIGNATURES - KING OF GIFS - TRIGGER OF TROLLS

    Ofendido por este post? Clique aqui.

  11. #26
    Tech Novato Avatar de AgentSuave
    Registo
    Feb 2016
    Local
    Planet Earth
    Posts
    118
    Avaliação
    0
    Citação Post Original de tiran Ver Post
    Eu sinceramente acho que este festival das feminazis em relação aos vídeo jogos não passa disso mesmo... Festival...


    Agora os movimentos dos SJWs e PC estão na moda...
    Feminazis em relação a videojogos nunca ouvi falar. Em relação a piropos já, que agora até é crime , exagero estúpido para mim.
    Mas eu referia-me a isto: (e nem foi o único caso)

    Those endorsing the blog post and spreading such accusations against Quinn organized themselves under the Twitter hashtag #Gamergate, as well as on Internet Relay Chat (IRC) channels and websites such as reddit, 4chan, and 8chan. Harassment campaigns against Quinn and others were coordinated through these forums and included doxing, threats of rape, and death threats
    Ou se quiseres, como algo sai rapidamente fora de controle para níveis outrora impensáveis, em parte também por causa do anonimato oferecido pela internet. É que até mulheres que estavam na indústria dos videojogos pelos vistos não podiam opinar sobre os mesmos...

  12. #27
    GIF Master Avatar de tiran
    Registo
    Apr 2013
    Local
    Moscovo
    Posts
    4,882
    Avaliação
    16 (100%)
    Eu sei sobre o que é... E o gamergate (para mim) não tem nada a ver com misóginia (lol como esta palavra está na moda) nem sexismo...

    Gamergate assim muito resumido, uma produtora que dormiu com um jornalista para ter melhores reviews, isso foi descoberto (provado) e criticado, varios sites tentaram tapar e os "gamers" ficaram chateados... e depois as feminazis saltaram todas para o camião para aproveitar a boleia mediatica ( a industria dos videojogos é enorme ) , que os gamers é que eram sexistas e misoginos... Depois foi o festival que se viu...

    Depois a demência veio quando vieram dizer ah e tal não há mulheres nos videojogos porque não são aceites, a industria é hostil para elas e tal... Sim porque nós sabemos o quanto as mulheres (a grande maioria pelo menos) adoram videojogos...

    O deus Milo tem uma entrevista porreira a falar disso...

    GOD OF AWESOME SIGNATURES - KING OF GIFS - TRIGGER OF TROLLS

    Ofendido por este post? Clique aqui.

  13. #28
    Tech Membro Avatar de ziza
    Registo
    Nov 2013
    Local
    Em frente ao PC
    Posts
    764
    Avaliação
    0
    Penso que a ideia ideia que os jogos não são para mulheres, cada vez mais essa afirmação muito retrograda e desinformada.
    Cada vez mais os jogos têm uma complexidade de enredo e sentimentos que são apelativas para o publico feminino.

    Lara Croft e os recentes Tomb Raiders são prova disso. Lara passou da mulher com atributos exagerados, para a jovem com os sentimentos e receios próprios da idade e, com uma fisionomia mais natural e normal.
    Life is Strange, palavras para quê...mais uma jovem com os dilemas da adolescência e, com algumas questões normais de qualquer mulher com uma idade semelhante.
    Beyond two souls, mais uma vez explora a vida de uma miúda/adolescente/jovem/adulta com os sentimentos próprios de cada etapa.

    A lista continua...

    Em termos de capacidades tecnológicas e, de enredo os jogos estão cada vez mais desenhados para um público que pretende algo com mais coração.

    Para além disso a recente geração cresceu com os videojogos já como entretém para os dias chuvosos, isto muda também o paradigma de à uns anos para cá. Hoje em dia já e mais comum ver mulheres em LAN parties, em matchs de CS, ...


    Por isso para mim faz cada vez menos sentido que jogos seja coisas de homens.


    cumps,
    ziza

  14. #29
    GIF Master Avatar de tiran
    Registo
    Apr 2013
    Local
    Moscovo
    Posts
    4,882
    Avaliação
    16 (100%)
    Só para deitar mais um bocado de lenha para a fogueira... Uma das melhores equipas femininas de CS GO acabou de levar 16-2 em lan de uma mix de "nobodys"....

    http://www.hltv.org/match/2300920-ra...eason-2-finals
    GOD OF AWESOME SIGNATURES - KING OF GIFS - TRIGGER OF TROLLS

    Ofendido por este post? Clique aqui.

  15. #30
    Tech Novato Avatar de AgentSuave
    Registo
    Feb 2016
    Local
    Planet Earth
    Posts
    118
    Avaliação
    0
    Citação Post Original de tiran Ver Post
    Eu sei sobre o que é... E o gamergate (para mim) não tem nada a ver com misóginia (lol como esta palavra está na moda) nem sexismo...

    Gamergate assim muito resumido, uma produtora que dormiu com um jornalista para ter melhores reviews, isso foi descoberto (provado) e criticado, varios sites tentaram tapar e os "gamers" ficaram chateados... e depois as feminazis saltaram todas para o camião para aproveitar a boleia mediatica ( a industria dos videojogos é enorme ) , que os gamers é que eram sexistas e misoginos... Depois foi o festival que se viu...

    Depois a demência veio quando vieram dizer ah e tal não há mulheres nos videojogos porque não são aceites, a industria é hostil para elas e tal... Sim porque nós sabemos o quanto as mulheres (a grande maioria pelo menos) adoram videojogos...
    Disso não ouvi falar. Viste isso mesmo em fontes fidedignas, ou fontes de alguns gamers? Eu até posso ter visto outro caso, tal como disse esse não foi o 1º. E li alguns dos comentários, e era acerca de uma mulher ter dito que deveria haver um modo com menos acção para quem se quisesse centrar mais na história.
    De qualquer forma, nesse caso que disseste e mesmo tendo sido assim, nada justifica ameaças de morte e de violação. Acho mesmo (nesse caso ou noutro, já não me lembro) que chegaram a publicar a morada dela, para quem quisesse fazer-lhe "qq coisa", e isso é inaceitável. As pessoas que se insurgiram contra isso também levaram insultos por tabela.

    Citação Post Original de tiran Ver Post
    Só para deitar mais um bocado de lenha para a fogueira... Uma das melhores equipas femininas de CS GO acabou de levar 16-2 em lan de uma mix de "nobodys"....

    http://www.hltv.org/match/2300920-ra...eason-2-finals
    É porque não eram assim tão boas... Ainda me lembro de há uns anos o campeão mundial absoluto de Quake 3 (ou 4?) era uma rapariga, com um frag rate do caneco. Dava coça em tudo o que era gajo, em segundos. Vi os vídeos, era como se ela soubesse para onde tu te irias virar antes mesmo de tu saberes. Não me lembro do nome dela.

 

 
Página 2 de 4 PrimeiroPrimeiro 1234 ÚltimoÚltimo

Informação da Thread

Users Browsing this Thread

Estão neste momento 1 users a ver esta thread. (0 membros e 1 visitantes)

Bookmarks

Regras

  • Você Não Poderá criar novos Tópicos
  • Você Não Poderá colocar Respostas
  • Você Não Poderá colocar Anexos
  • Você Não Pode Editar os seus Posts
  •